Análises Espíritas Clarinda, desamparada, caminha aflita pelas ruas do centro da cidade de São Paulo. No colo carrega seu filhinho André, que est...
Análises Espíritas
Clarinda, desamparada, caminha aflita pelas ruas do centro da cidade de São Paulo. No colo carrega seu filhinho André, que está muito doente. Julinho, cansado e faminto, não consegue acompanhá-la. Insensíveis, as pessoas parecem ignorá-los. O que fizeram para merecer tanta indiferença? Por que Deus dá tanto a algumas pessoas que vivem no luxo e na ostentação e a outros nega moradia e alimento?
Desesperada, Clarinda perde a noção do perigo: pretende salvar seus pequeninos, custe o que custar: ascrianças precisam sobreviver! Incapaz de dominar-se deixa os filhos para trás e avança rumo ao desconhecido... É a partir daí que incríveis acontecimentos vão se suceder nos dois planos da existência para demonstrar que existe justiça nas aflições e que Deus não desampara ninguém...

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